Por trás da Máscara…

03 Outubro 2009

66 x 32

Nos vemos em 2016. Que vai ficar bom, vai. A questão é trabalhar o legado que ficará para a cidade e para o país.

Dado o tapa na cara de todos os que enchem a boca para falar mal dos defeitos do Rio (na verdade, na cara dos que têm má vontade, pois que o Rio de Janeiro possui vários defeitos é fato), fica a dica:

Nós somos poderosíssimos sim, não importa o que você ache. O fato de a minha cidade ser sede de uma olimpíada está acima de tudo: Acima das suas concepções equivocadas a nosso respeito; acima dos problemas que a olimpíada pode causar; acima dos intelectualóides que, apenas no intuito de pagar de “espertos e atentos”, optam por discordar mesmo sem ter bases sólidas para as próprias opiniões (o que certifica os verdadeiros espertos e atentos sobre ser o contrário do que pregam); Acima de mim, e acima de você.

Quando nem Barack Obama para o Rio, ninguém para. Então, aplauda e torça. É melhor…

28 Setembro 2009

O Direito de Enlouquecer

Arquivado em: Música, Pensamentos — Slip @ 7:10 am
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Fica uma frase para você pensar. Eu estava no meu computador fazendo meus novos planos quando me deparei com uma frase em uma música do Megadeth, banda da qual sou fã há alguns anos.

O nome da música é “The Right To Go Insane” (cuja tradução livre é o título deste post).

É preciso vencer hoje. Agradecimentos a Dave.

How will I face the day tomorrow
If I can’t make it through today?

COMO VOU ENCARAR O DIA DE AMANHÃ

SE EU NÃO CONSIGO PERSEVERAR HOJE?

26 Setembro 2009

Previsibilidade Máxima

Arquivado em: Música, Pensamentos — Slip @ 2:03 am
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kanye-west-taylor-swift-getty16951150Meu irmão Diego me mostrou, esta semana, sobre um incidente no VMA 2009 em que Kanye West, famoso rapper de Atlanta, teria esculhambado com a premiação de Taylor Swift, artista pop. Ela ganhou um prêmio, o de “Melhor Clipe Feminino”, com a música “You Belong To Me”. Foi quando West subiu ao palco, tomando o microfone da mão da moça, e disse que estava feliz pelo prêmio de Taylor, mas afirmando que Beyoncé teria feito um clipe melhor.

A atitude causou desconforto à Beyoncé que, visivelmente, ficou pasma com o ato do cantor de rap.

Chegando a duras conclusões:

  1. Agora ele provavelmente vai associar os efeitos da ridícula cena protagonizada pelo mesmo a um panorama racial.
  2. Vai dizer que bebeu.
  3. Taylor Swift vai ser dita como a coitadinha. O problema não é esse, porque aparentemente ela não teve mesmo culpa de nada. Mas deixe de ser ingênuo, o VMA é muito mais do que uma premiação. Pense na importância que aquilo tem (economica, politica e musicalmente) e em quem produz o show.
  4. Já deve ter alguma revista que fez uma verdadeira sindicância da vida de West, explicando os motivos que o levaram até fazer aquela porcaria. Levantarão podres também.
  5. Jay Leno já entrevistou Kanye e ele chorou lá. Também era esperado, não?

Infelizmente, o mundo da música anda previsível demais. Musical, economica e politicamente falando, tá tudo igual a antes e não evolui. O rapper tem cara de mau; a menina é bonita, adolescente e saudável; os atos são do mesmo nível, as consequências também.

É horrível vivenciar algo com uma clara sensação de que “já viu esse filme mil vezes”.

22 Setembro 2009

Palavra-chave

CT do Atlético do Paraná

CT do Atlético do Paraná

COMENTÁRIOS LIBERADOS A PARTIR DE HOJE

Todo aquele que acompanha programas esportivos está cansado de ouvir aquele discurso: “O futebol do Rio de Janeiro não tem estrutura, e por isso não disputa título brasileiro pra valer há tanto tempo”. A opinião geral é a de que, sim, se pensar no campeonato brasileiro, a diferença no rendimento entre as equipes estruturadas e as amadoras será mais evidente. Com isso eu concordo. Mas será que o problema é apenas o mal funcionamento do futebol do Rio de Janeiro? “Estrutura” é a palavra-chave?

O São Paulo Futebol Clube é um dos maiores clubes do Brasil, se não for o maior, e também da América Latina. É o mais vitorioso do país, um dos mais respeitados e visados do mundo; É inclusive um modelo quando se abre esse tipo de discussão. Tem um CT (centro de treinamento) que é referência, ganha dinheiro com compra e venda de jogadores, paga em dia, dá “bicho” (dinheiro à mais, à parte) quando chega com chances à reta final das competições que disputa, possui estádio próprio e um grande número de sócios e torcedores. O Internacional de Porto Alegre é mais do que uma referência neste último quesito: São mais de 100 mil contribuintes, e o valor mínimo, segundo o site oficial, é de 20 reais/mês. Se pensar apenas no mensal (porque no primeiro mês o sócio deve pagar mais 20 reais por despesa de confecção e envio do cartão de sócio), todo mês o Internacional lida com pelo menos  2 milhões de reais. São números excelentes, lembrando que certamente esse faturamento não é líquido por conta dos benefícios dados aos sócios, como a rede de descontos em estabelecimentos de compra e afins.

Bom, até aqui eu estou falando não só de dinheiro, como pode perceber, mas de bens.  Torcedor, renda no estádio próprio, dinheiro em caixa e um time disputando títulos são coisas importantes, “suponho”.

O Atlético Paranaense tem o que dizem ser “o maior e melhor CT do Brasil”. Sabidamente não é um clube de ficar atrasando salários, mas o que o Atlético tem disputado de títulos?

O próprio Internacional, como clube enorme que é, o último campeão do mundo em nosso país, não tem disputado mais nada de importante após a campanha de 2006. Sulamericana é torneio que, se você não ganha de forma mágica e absurdamente épica (como o Vasco venceu o Palmeiras com um a menos, em pleno Palestra Itália, em 2000, e virou de 3×0 para 4×3 em um só tempo de jogo), não vale de muito mais do que poucos milhões de dólares – Ou seja, comparado ao valor de um título de libertadores e da visibilidade atingida por este tipo de conquista, não vale de praticamente nada. E estrutura aos colorados é o que não falta. A campanha do Internacional é muito boa no Brasileirão, mas a regularidade é algo que passa longe dos portões do Beira-Rio. E regularidade é chave em um campeonato de pontos corridos.

Por essas coisas, me faço questionar sobre certas verdades “supostas” pelos cronistas esportivos. Eu, Slip, acredito em camisa, por exemplo. Eu acho que um adversário jogará no Morumbi contra o Tricolor Paulista e vai tremer, qualquer que seja a situação. O motivo é simples: a camisa é vencedora e conhecida, há mais holofotes quando o assunto é São Paulo do que quando o assunto é inclusive o Santos, que é o time do Pelé e que há poucos anos revelava Robinho e era campeão brasileiro, mas que possui uma estrutura um pouco melhor do que a média.

E o que dizer do Grêmio, que apesar de ter um bom patrimônio (menos que os vermelhos do Sul, no geral), tem uma torcida que empurra e lota o Olímpico em quase todo domingo? Pois o tricolor gaúcho esteve outro dia na final da Libertadores após ressurgir da série B (Riquelme arregaçou, mas enfim) e tem revelado inúmeros jogadores da mais alta casta do futebol mundial, como Ronaldinho Gaúcho e Anderson (hoje, respectivamente, no Milan e no Manchester United).

Irônico é o que se percebe: Os mesmos cronistas acreditam muito mais no Grêmio para a disputa do Brasileirão, em um clube de estrutura talvez inferior mas de camisa tão grande quanto a do arquirrival do Sul, do que no Internacional. E na hora H, o Grêmio vai forte, mesmo que não vença. Camisa é tudo o que não falta aos tricolores dos pampas.

É claro que é fácil dizer, “Ah, não dá pra tomar nada no futebol como regra”. Essa generalização (ou frase anti-generalização, melhor dizendo) é algo simples de ser feito. Mas eu não entendo bem o porquê de falarem em estrutura no futebol carioca, quando outras coisas são evidentemente parte integrante da realidade triste do Rio de Janeiro. Por que não se fala da mudança de mentalidade necessária, nos torcedores cariocas,  para que não se vaie o jogador que erra uma jogada à torto e à direito, sem o menor critério? Pois pouco importa se é parecido em outros lugares, o fato é que isso só atrapalha. Por que não se critica a falta de humildade do jogador que chega ao Rio de Janeiro que só quer visibilidade para partir então para outros centros, como a Alemanha e o mundo árabe? E isso quando ambos, na minha modesta opinião, são centros futebolisticamente muito inferiores ao Brasil, ao Rio de Janeiro e a qualquer parte do país… Fala sério, né?

Muita coisa é mais importante do que apenas a estrutura. A estrutura é só um dos pilares que dá camisa a um clube. O comportamento da torcida, o número de sócios, a mentalidade do clube e o comprometimento e qualidade do elenco são coisas que interferem diretamente.

Já a estrutura, eu acho que influencia e só. No fim das contas, trata-se de apenas futebol: 11 x 11, nas quatro linhas, disputando quem faz mais gols. O detalhe a que todos os que zelam pelo bom futebol, seja analisando-o como eu, seja praticando como qualquer jogador ou seja indo aos estádios e ajudando a lotá-los, devem ficar atentos, é que enquanto o Rio de Janeiro permanece em declínio em tantas coisas e inclusive no esporte bretão, outros centros se desenvolveram e o monopólio paulista é cada vez mais poderoso e difícil de ser combatido.

Porque outro dia Flamengo e Fluminense estavam entre os 4 primeiros do Brasileirão. E que diabos de estrutura esses dois times têm?

Fica o raciocínio.

18 Setembro 2009

Coritiba e Green Hell, o Inferno Verde

Arquivado em: Esportes — Slip @ 3:18 am

“Meu Coritibaaaaa, amo vocêêêêêê, eu vou cantar o jogo inteiro pra você venceeeeeer! Verdão eooo! Verdão eoooo! Verdão eo, verdão eo, verdão eooo!” – Massa coxa-branca.

“A torcida faz a parte dela sempre.” – William, profissional do clube formado na base.

“É fantástico!” – Torcedor no início do vídeo.

Ué, vai falar o quê de uma festa dessas? O Green Hell é a festa dos torcedores do Coritiba, que expressa o fanatismo pelo clube no ano em que a agremiação faz cem anos de idade.

Chega a ser inacreditável que um lugar possa ficar tão “pressionado”. É, sem dúvida, um dos caldeirões mais bizarros – no bom sentido – do Brasil.

Parabéns aos torcedores coxa-brancas. É fantástico!

07 Setembro 2009

[Música] Painted On My Heart

Arquivado em: Música — Slip @ 7:45 pm
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Bom, eu custo a dar alguma sugestão musical, né? Que me lembre, a última foi Gematria, do Slipknot (que por sinal é uma belíssima tijolada nos ouvidos).

Mas os brutos também amam. E a música “Painted On My Heart”, da banda The Cult, tem me inspirado em muita, muita coisa. Para terem ideia, eu andei legendando Ergo Proxy com essa trilha na cabeça.

Recomendo que dêem uma chance para Painted On My Heart. Inspira mesmo, cara. De verdade. Embora ela tenha sido gravada pelo The Cult, ela é cria do Aerosmith, talvez a mais respeitada banda de hard rock que já tenha existido.

A música é hard rock, com uma batidinha marcada, um riff inacreditável e uma harmonia fodônica. Foi trilha sonora do filme (filmaço, por sinal) 60 Segundos, e não é por acaso que imagens do filme constam no clipe, que vocês podem ver abaixo.

Se alguém quiser uma mp3 de alta qualidade, é só entrar em contato que eu passo.

I thought you’d be out of my mind
Eu achei que você ficaria fora da minha mente
And I’d finally found a way to learn to live without you
e que eu no final encontraria um jeito de aprender a viver sem você
I thought it was just a matter of time
Eu achei que era apenas uma questão de tempo
Till I had a hundred reasons not to think about you
até que eu tivesse cem razões para não pensar em você

But it’s just not so
Mas simplesmente não é assim
And after all this time, I still can’t let go
e após todo esse tempo, eu ainda não consigo deixar rolar

I’ve still got your face
Eu ainda tenho a sua face
Painted on my heart
pintada no meu coração
Scrawled upon my soul
Rabiscada na minha alma
Etched upon my memory, baby
Entalhada na minha memória, querida

And I’ve got your kiss
E eu tenho o seu beijo
Still burning on my lips
ainda queimando nos meus lábios
The touch of my fingertips
O toque da ponta dos meus dedos
This love so deep inside of me, baby…
Este amor tão dentro de mim, querida…

I’ve tried everything that I can
Eu tentei tudo o que posso
To get my heart to forget you
Para fazer meu coração esquecê-la
But it just can’t seem to
Mas nem parece que seja isso

I guess it’s just no use
Eu acho que é apenas inútil
In every part of me
Em mim, em toda a parte
Is still a part of you
ainda há uma parte de você

And I’ve still got your face
E eu ainda tenho a sua face
Painted on my heart
pintada no meu coração
Scrawled upon my soul
Rabiscada na minha alma
Etched upon my memory, baby
Entalhada na minha memória, querida

And I’ve got your kiss
E eu tenho o seu beijo
Still burning on my lips
ainda queimando nos meus lábios
The touch of my fingertips
O toque da ponta dos meus dedos
This love so deep inside of me, baby…
Este amor tão dentro de mim, querida…

I’ve still got your face
Eu ainda tenho a sua face
Painted on my heart
pintada no meu coração
Painted on my heart
pintada no meu coração
Painted on my heart, oh baby…
pintada no meu coração, oh querida…

Something in your eyes keeps haunting me
Algo nos seus olhos permanece me assustando
I’m trying to escape you
Estou tentando fugir de você
And I know there ain’t no way to
E eu sei que não há forma de…
To chase you from my mind
… persegui-la a partir da minha mente

I’ve still got your face
Eu ainda tenho a sua face
Painted on my heart
pintada no meu coração
Scrawled upon my soul
Rabiscada na minha alma
Etched upon my memory, baby
Entalhada na minha memória, querida

And I’ve got your kiss
E eu tenho o seu beijo
Still burning on my lips
ainda queimando nos meus lábios
The touch of my fingertips
O toque da ponta dos meus dedos
This love so deep inside of me, baby…
Este amor tão dentro de mim, querida…

I’ve still got your face
Eu ainda tenho a sua face
I’ve still got your face
Eu ainda tenho a sua face
Painted on my heart
pintada no meu coração
Painted on my heart
pintada no meu coração

Painted on my heart
pintada no meu coração

Painted on my heart
pintada no meu coração

06 Setembro 2009

Tango de letra ruim

Arquivado em: Seleção Brasileira — Slip @ 4:05 am
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Fonte: GE.com

Fonte: GE.com

Carlitos Tévez disse que a Argentina “engoliria” o Brasil.

Maradona avisou: “Nós vamos atacar”.

Bom, a Argentina, para dizer a verdade, engoliu mesmo a Seleção. É verdade: Na maior parte do jogo estivemos ali atrás, nos defendendo das investidas hermanas.

Só que faltou combinar com o Brasil…

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Faltou combinar com Dunga que a Argentina atacaria, e que o Brasil tomaria os gols. Faltou combinar com Dunga que os hinchas veriam a sua seleção engolir a nossa, e que a nossa não retribuiria na mesma moeda… Melhor dizendo, em moedas diferentes:

Uma equipe tomou o jogo.

Outra equipe tomou os contra-ataques.

Preciso dizer quem foi quem?

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Ontem, a Seleção deu uma mostra sincera e devida de que está pronta para jogar a Copa. Se chegarmos nessa forma à competição de 2010 (e matematicamente já estamos classificados, o que me permite antecipar que só não ganharemos a Copa do Mundo se perdermos para nós mesmos), dificilmente não voltaremos hexacampeões.

Desde 1994 eu não vejo uma Seleção humilde. Pois esta o é.

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Hoje, a letra do tango não rimava. Maradona com certeza não gostou do que acompanhou no “Gigante de Arroyito”.

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O Globoesporte.com deixa claro:

E foi a segunda derrota da Argentina como mandante na história das eliminatórias em exatas 50 partidas. A outra havia sido para a Colômbia, em 1993, por 5 a 0.

Números absolutamente impressionantes, sem nenhuma dúvida.

Só que, quando se entra em campo, números não importam.

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Ou melhor, importam sim: O Brasil já estava praticamente classificado à Copa de 2010, tanto pelo futebol antecedente quanto pela ineficácia argentina. A tendência se confirmou.

Números funcionam.

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E alguns jogadores também funcionam extraordinariamente bem, não? Falo de Julio César, Lúcio, Kaká e Luis Fabiano, especialmente (e não exclusivamente). O goleiro só confirma, a cada partida, o status que a imprensa tem dado de “melhor do mundo”. Lúcio, além de dar pegada e intensidade à nossa zaga, simplesmente insiste em não comprometer. O companheiro madrilenho de Cristiano “Presepeiro” Ronaldo aterroriza com suas arrancadas, e de uma maneira absurdamente violenta, enfia uma bola em profundidade para o Fabuloso, que de tão impetuoso, fez lembrar Romário em seu toquinho de cobertura (vamo respeitá, né? O baixinho arregaçava nesse tipo de situação cara-a-cara com o goleiro).

E como funciona.

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Valeu, Dunga. Impossível não dar o braço a torcer e elogiar o seu trabalho.

E dando força ao que você disse e ouvi na sua coletiva, enquanto eu voltava pra casa: Não foi a Argentina que jogou mal. O Brasil é que foi competente e jogou bem, vencendo o adversário em sua própria casa.

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E é claro, é apenas mais uma das situações que esclarecem para o MERAK que a maior das seleções do mundo é a Seleção Brasileira, e que a Argentina não é de nada… Que se caga nas calças quando vê a amarelinha pela frente.

Bjsmeliga, mano. ;)

25 Agosto 2009

E se o seu time fosse uma banda?

Arquivado em: Uncategorized — Slip @ 12:03 am

Pois é. Este título é de um daqueles e-mails cheios de porcaria que rondam por aí. Esse foi mandado pela minha namorada:

E se o seu time fosse uma banda?

Grêmio = Sepultura
Um de nossos sucessos internacionais.
Mas na terra do molejo e do samba faceiro, muitos acham que eles pegam pesado demais.

Corinthians = Michael Jackson
Um dos mais populares da história, envolveu-se em escândalos e até mudou de cor.
Têm apostado em criancinhas como Lulinha e Dentinho.

Palmeiras = Aerosmith
A banda tem enorme tempo de estrada.
Mas suas músicas só atingem o estrelato quando faz alguma parceria.

São Paulo = Queen
Já foi eleita a melhor do mundo uma quantidade de vezes.
E um dos seus integrantes é assumidamente homossexual.

Santos = Beatles
Nos anos 60, não tinha pra ninguém.
Só que até hoje é lembrado no mundo inteiro pelos sucessos de 40 anos atrás.

Vasco = Oasis
Banda de qualidade e importância inquestionáveis.
Todo mundo quer gostar dela quando ouve, mas a imagem do ex-líder faz muita gente ainda sentir aversão.

Internacional = Led Zeppelin
Reinou nos anos 70 e morreu nos 80.
Seus líderes conseguiram juntar os cacos e voltar nos anos 2000, com uma inesquecível turnê mundial.

Fluminense = Titãs
Banda charmosa e simpática e, no Brasil, é querida por muitos.
O problema é que ninguém nunca ouviu falar fora de nossas fronteiras.

Botafogo = Rolling Stones
Seria o maior da década de 60, se não houvesse um rival mais popular.
Teve seu Satisfaction em Garrincha. Há alguns anos retomou o rumo e está feliz da vida.

Cruzeiro = Paralamas do Sucesso
Na América do Sul é respeitado e campeão de vendas.
Mas quando participa de um festival com bandas européias é café com leite.

Flamengo = Jorge Ben Jor
Há muito tempo não produz um grande sucesso.
Mas é incrível como segue popular e nunca sai da moda.

Coritiba = Banda Blitz & Ewandro Mesquita
Um raro sucesso nos anos 80, que os seus fãs ainda cantam nos dias atuais, por falta de outras músicas boas…

Ponte Preta & Guarani = Chitãozinho e Xororó
Quando apareceram, ganharam muitos fãs pelo Brasil, viraram febre, mas nunca foram unanimidade.
Depois de um tempo, e de tantas imitações, se relegaram aos seus poucos fãs do interior.

Goiás = Leonardo
Tomou espaço de outros similares, e vez ou outra emplaca um sucesso, mas nunca chegando ao topo como seus inspiradores.

América-RJ = Erasmo Carlos
Parceiro na panela Jovem (RJ) da década de 60, hoje em dia vive só de nome e de lembranças dos saudosistas e dos poucos fãs malucos que são diretores de TV.

Remo = Calypso
Orgulho do Pará, e só do Pará.

Atlético Paranaense = Amy Winehouse
Já foi muito badalada e considerada a estrela mais promissora dos últimos tempos.
Mas atualmente é boçal, desperta ódio em todos e está para morrer a qualquer momento.

Paraná Clube = Los Hermanos
Seus poucos fãs juram que a banda é muito boa.
Mas, fora eles, ninguém mais no mundo sabe que ela existe.

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Destaque para a referência ao Bicharlyson no SPFC, Ponte Preta & Guarani como Chitãozinho & Xororó, Corinthians como Michael Jackson (e tem mais uma que já ouvi a respeito do time do Ronaldo, hein: Acharam que tinha voltado, mas morreu há pouco tempo e sobrevive de comentários e reportagens na mídia por feitos passados…) e Flamengo como Jorge Ben Jor.

É cada uma…

21 Agosto 2009

Cantarei de coração

Arquivado em: Uncategorized — Slip @ 11:06 pm

Hoje é o dia mais importante do futebol carioca. O clube de futebol que melhor representa os ideais de justiça no futebol, inclusive ao ter na sua história a participação de um ladrão renomado e poderosíssimo como presidente e derrubá-lo com suas próprias forças, faz 111 anos de idade. É o dia do clube cujos torcedores são cariocas de nascimento, brasileiros de alma, e portugueses de coração.

Parabéns ao clube que venceu as barreiras do preconceito nas quatro linhas.

Parabéns ao clube que venceu o maior torneio que se pode disputar normalmente no Brasil, a Libertadores da América, no mesmo ano em que se tornava centenário.

Parabéns ao clube que tanto me orgulha por ser quem é.

Jamais terás a cruz.

Xingo mesmo.

Arquivado em: Esportes — Slip @ 10:41 pm
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