Por trás da Máscara…

22 Setembro 2008

Discurso proeminente

Arquivado em: Rio de Janeiro — Slip @ 3:09 pm
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ATENÇÃO: Slip acha que bairrismo pejorativo não tá com nada. Se alguém não entender o post como sendo mera brincadeira, reforço o fato: São apenas alfinetadas cômicas, inocentes e sem qualquer profundidade desrespeitosa.

Essa vai pros amigos do Slip que o perturbam pelo “portuguêsh”, pelas “eshcolash”, e pelos “hatos de porão”:

Veja Em que lugar do Brasil se fala o melhor português?

Pasquale Certa vez fui ao Maranhão porque me disseram que lá se falava um português menos contaminado. Pura lenda. Acho que, no cômputo geral, o carioca é o que se expressa melhor sob a ótica da norma culta. Ele não come o “s” quando usa o plural, utiliza os pronomes com mais propriedade, não erra tanto nas concordâncias e tem uma linguagem mais criativa.

Veja E onde se fala o pior?

Pasquale A São Paulo que fala “dois pastel” e “acabou as ficha” é um horror. Não acredito que o fato de ser uma cidade com grande número de imigrantes seja uma explicação suficiente para esse português esquisito dos paulistanos. Na verdade, é inexplicável.

Fonte

Como se já não bastasse sermos cariocas… Agora, até o mestre Pasquale Cipro Neto está ao nosso lado? Huahuahuahaua!

E aos meus numerosos amigos paulistas: Que triste, né? =/

Ah, e isso há 11 anos: a entrevista é de 1997. Imagina hoje, então…

Choradeira liberada.  =)

Ops… =’(

Agora, sério mesmo: O Pasquale deu uma GRANDE entrevista no site citado como fonte da declaração mais óbvia do mundo. Leitura muito mais do que recomendada.

4 Comentários »

  1. Cara, estou me sentindo muito mal. Talvez hoje eu realmente perca o sono, tamanho remorso.

    Slip, não fica assim, poxa. Quando eu zoei o seu jeito de falar era só brincadeira, tá? (A)

    Eu fico imaginando quantas noites de sono você perdeu pensando numa forma de se livrar de tanta zoação e tal… Meu, você devia ter conversado conosco, seus amiguinhoSH paulistaSH, que, certamente, iriamos maneirar nas brincadeiras…

    Fico triste de ver que você chegou a esse ponto, usar uma reportagem de 11 anos atrás pra se justificar e chamar de ‘mestre’ um cara que nem tem pós-graduação… Isso tudo é insegurança?
    Nah, não fica assim, você pode falar o seu carioquês à vontade que ainda gostaremos de você =***

    Comment por K! — 24 Setembro 2008 @ 3:54 pm | Responder

  2. Só não entendi o que o “chamar de ‘mestre’ um cara que nem tem pós-graduação” tem a ver… Cuidado com o que fala de quem não tem pós, isso é meio comprometedor.

    Fora isso: Eu sempre disse que o carioquêsh é o verdadeiro português. 8) Tá aí. Chooooooora, chooooooooora…

    Comment por Slip — 24 Setembro 2008 @ 6:37 pm | Responder

  3. Ah, foi mal. Achei que mestre era o título que você atribuia a ele. Era só pagação de pau, mesmo? =)

    Mas, falando sério, quantas serão as favelas do Hell de Janeiro que ele visitou pra chegar a essa conclusão? xD

    “Coé, mermão! Aqui a gente fala o procê, correto aí! CeRto!?”

    Brincadeira, hein… Sem traumas! :X

    Comment por K! — 26 Setembro 2008 @ 6:00 pm | Responder

  4. hauahuaha, mas gírias existem em qualquer lugar. Pra um cara com ele ter falado do “dois pastel”, PROVAVELMENTE ele deve ter levado isso em consideração… =X

    Comment por Slip — 26 Setembro 2008 @ 11:03 pm | Responder


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