
Fonte: GE.com
Carlitos Tévez disse que a Argentina “engoliria” o Brasil.
Maradona avisou: “Nós vamos atacar”.
Bom, a Argentina, para dizer a verdade, engoliu mesmo a Seleção. É verdade: Na maior parte do jogo estivemos ali atrás, nos defendendo das investidas hermanas.
Só que faltou combinar com o Brasil…
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Faltou combinar com Dunga que a Argentina atacaria, e que o Brasil tomaria os gols. Faltou combinar com Dunga que os hinchas veriam a sua seleção engolir a nossa, e que a nossa não retribuiria na mesma moeda… Melhor dizendo, em moedas diferentes:
Uma equipe tomou o jogo.
Outra equipe tomou os contra-ataques.
Preciso dizer quem foi quem?
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Ontem, a Seleção deu uma mostra sincera e devida de que está pronta para jogar a Copa. Se chegarmos nessa forma à competição de 2010 (e matematicamente já estamos classificados, o que me permite antecipar que só não ganharemos a Copa do Mundo se perdermos para nós mesmos), dificilmente não voltaremos hexacampeões.
Desde 1994 eu não vejo uma Seleção humilde. Pois esta o é.
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Hoje, a letra do tango não rimava. Maradona com certeza não gostou do que acompanhou no “Gigante de Arroyito”.
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O Globoesporte.com deixa claro:
E foi a segunda derrota da Argentina como mandante na história das eliminatórias em exatas 50 partidas. A outra havia sido para a Colômbia, em 1993, por 5 a 0.
Números absolutamente impressionantes, sem nenhuma dúvida.
Só que, quando se entra em campo, números não importam.
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Ou melhor, importam sim: O Brasil já estava praticamente classificado à Copa de 2010, tanto pelo futebol antecedente quanto pela ineficácia argentina. A tendência se confirmou.
Números funcionam.
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E alguns jogadores também funcionam extraordinariamente bem, não? Falo de Julio César, Lúcio, Kaká e Luis Fabiano, especialmente (e não exclusivamente). O goleiro só confirma, a cada partida, o status que a imprensa tem dado de “melhor do mundo”. Lúcio, além de dar pegada e intensidade à nossa zaga, simplesmente insiste em não comprometer. O companheiro madrilenho de Cristiano “Presepeiro” Ronaldo aterroriza com suas arrancadas, e de uma maneira absurdamente violenta, enfia uma bola em profundidade para o Fabuloso, que de tão impetuoso, fez lembrar Romário em seu toquinho de cobertura (vamo respeitá, né? O baixinho arregaçava nesse tipo de situação cara-a-cara com o goleiro).
E como funciona.
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Valeu, Dunga. Impossível não dar o braço a torcer e elogiar o seu trabalho.
E dando força ao que você disse e ouvi na sua coletiva, enquanto eu voltava pra casa: Não foi a Argentina que jogou mal. O Brasil é que foi competente e jogou bem, vencendo o adversário em sua própria casa.
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E é claro, é apenas mais uma das situações que esclarecem para o MERAK que a maior das seleções do mundo é a Seleção Brasileira, e que a Argentina não é de nada… Que se caga nas calças quando vê a amarelinha pela frente.
Bjsmeliga, mano.
