ATENÇÃO: Slip acha que bairrismo pejorativo não tá com nada. Se alguém não entender o post como sendo mera brincadeira, reforço o fato: São apenas alfinetadas cômicas, inocentes e sem qualquer profundidade desrespeitosa.
Essa vai pros amigos do Slip que o perturbam pelo “portuguêsh”, pelas “eshcolash”, e pelos “hatos de porão”:
Veja
Em que lugar do Brasil se fala o melhor português?
Pasquale
Certa vez fui ao Maranhão porque me disseram que lá se falava um português menos contaminado. Pura lenda. Acho que, no cômputo geral, o carioca é o que se expressa melhor sob a ótica da norma culta. Ele não come o “s” quando usa o plural, utiliza os pronomes com mais propriedade, não erra tanto nas concordâncias e tem uma linguagem mais criativa.
Veja
E onde se fala o pior?
Pasquale
A São Paulo que fala “dois pastel” e “acabou as ficha” é um horror. Não acredito que o fato de ser uma cidade com grande número de imigrantes seja uma explicação suficiente para esse português esquisito dos paulistanos. Na verdade, é inexplicável.
Como se já não bastasse sermos cariocas… Agora, até o mestre Pasquale Cipro Neto está ao nosso lado? Huahuahuahaua!
E aos meus numerosos amigos paulistas: Que triste, né? =/
Ah, e isso há 11 anos: a entrevista é de 1997. Imagina hoje, então…

Choradeira liberada. =)
Ops… =’(
Agora, sério mesmo: O Pasquale deu uma GRANDE entrevista no site citado como fonte da declaração mais óbvia do mundo. Leitura muito mais do que recomendada.