Por trás da Máscara…

03 Outubro 2009

66 x 32

Nos vemos em 2016. Que vai ficar bom, vai. A questão é trabalhar o legado que ficará para a cidade e para o país.

Dado o tapa na cara de todos os que enchem a boca para falar mal dos defeitos do Rio (na verdade, na cara dos que têm má vontade, pois que o Rio de Janeiro possui vários defeitos é fato), fica a dica:

Nós somos poderosíssimos sim, não importa o que você ache. O fato de a minha cidade ser sede de uma olimpíada está acima de tudo: Acima das suas concepções equivocadas a nosso respeito; acima dos problemas que a olimpíada pode causar; acima dos intelectualóides que, apenas no intuito de pagar de “espertos e atentos”, optam por discordar mesmo sem ter bases sólidas para as próprias opiniões (o que certifica os verdadeiros espertos e atentos sobre ser o contrário do que pregam); Acima de mim, e acima de você.

Quando nem Barack Obama para o Rio, ninguém para. Então, aplauda e torça. É melhor…

22 Setembro 2008

Discurso proeminente

Arquivado em: Rio de Janeiro — Slip @ 3:09 pm
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ATENÇÃO: Slip acha que bairrismo pejorativo não tá com nada. Se alguém não entender o post como sendo mera brincadeira, reforço o fato: São apenas alfinetadas cômicas, inocentes e sem qualquer profundidade desrespeitosa.

Essa vai pros amigos do Slip que o perturbam pelo “portuguêsh”, pelas “eshcolash”, e pelos “hatos de porão”:

Veja Em que lugar do Brasil se fala o melhor português?

Pasquale Certa vez fui ao Maranhão porque me disseram que lá se falava um português menos contaminado. Pura lenda. Acho que, no cômputo geral, o carioca é o que se expressa melhor sob a ótica da norma culta. Ele não come o “s” quando usa o plural, utiliza os pronomes com mais propriedade, não erra tanto nas concordâncias e tem uma linguagem mais criativa.

Veja E onde se fala o pior?

Pasquale A São Paulo que fala “dois pastel” e “acabou as ficha” é um horror. Não acredito que o fato de ser uma cidade com grande número de imigrantes seja uma explicação suficiente para esse português esquisito dos paulistanos. Na verdade, é inexplicável.

Fonte

Como se já não bastasse sermos cariocas… Agora, até o mestre Pasquale Cipro Neto está ao nosso lado? Huahuahuahaua!

E aos meus numerosos amigos paulistas: Que triste, né? =/

Ah, e isso há 11 anos: a entrevista é de 1997. Imagina hoje, então…

Choradeira liberada.  =)

Ops… =’(

Agora, sério mesmo: O Pasquale deu uma GRANDE entrevista no site citado como fonte da declaração mais óbvia do mundo. Leitura muito mais do que recomendada.

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