Por trás da Máscara…

30 Setembro 2008

Ao ataque!

Arquivado em: Esportes — Slip @ 12:32 pm
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Tita, ex-técnico do Vasco, falou sobre a situação atual do clube, supostamente respondendo à polêmica sobre os “gordinhos” na Colina. Créditos ao site Netvasco pela postagem da entrevista lançada no Jornal O DIA:

O telefone toca e, do outro lado da linha, Tita faz um desabafo ao ‘Ataque’. A razão da matinal indignação é a polêmica levantada por seu sucessor, Renato Gaúcho, a respeito dos gordinhos do Vasco. Esse é o pontapé inicial de uma entrevista de 46 minutos com quem freqüentou São Januário durante 40 dias, sofrendo com os erros da atual diretoria e a herança maldita deixada pela anterior. O ex-técnico do Vasco abre parte da caixa-preta de um clube em crise, em que, segundo ele, moram jogadores contundidos que jogam pelada por aí, dirigentes inexperientes e um treinador sem ética. Tudo isso sob o olhar e as vaias de um dos filhos de Eurico Miranda.

RENATO GAÚCHO

“O caminho que o Renato escolheu é falar das pessoas que o antecederam. No período em que a Seleção enfrentou o Chile e a Bolívia, o Vasco foi o clube que mais trabalhou. Na estréia do Renato, ele enalteceu a luta. Ora, um time que luta não pode estar gordo. Se eu jogar bola e, em seguida, jantar no Porcão, vou acordar com 1,5 quilo acima do peso. O que se deve levar em conta é o percentual de gordura. E, no Vasco, todos estão dentro do padrão. Essas coisas que o Renato fala não irritam somente os que saíram. Aborrece também as pessoas de outros clubes. O Renato se comporta como uma pessoa que não tem ética. Ele tem essa forma de trabalhar. Chega no clube dizendo que estava tudo errado e, se tirar o Vasco do rebaixamento, vai dizer: ‘Fui eu que fiz isso’. É como uma mulher ir pela primeira vez numa manicure e ouvir a pergunta: ‘Onde você fez essa unha? Está mal-feita. Agora, sim, ficou boa’. A estratégia é criticar o trabalho anterior para depois dizer que o dele foi bom”.

TIME FRACO

“Foi por isso que saí. Está difícil… O elenco é muito pobre de qualidade. O Jorge Luiz falhou em três gols decisivos e continua sendo titular. Como é que um jogador que bota a mão na bola como ele fez (contra o Ipatinga) pode ser titular? Isso acontece por falta de jogadores. No jogo contra o Náutico, ele comprometeu meu trabalho. Foi expulso e 82 por cento das equipes que jogam com um homem a menos perdem a partida”.

PEDIDO DE DEMISSÃO

“A melhor qualidade do treinador é ter o feeling. É ele sentir qual é a situação do momento. Se a gente conseguisse passar pelo Palmeiras, no Parque Antártica, no segundo jogo pela Copa Sul-Americana, o jogador se encheria de confiança. A gente tinha três chances: vencendo, empatando ou perdendo de 1 a 0. Do jeito que foi a derrota, qualquer treinador ficaria de mãos atadas. Apenas deixei a situação livre para o Roberto fazer o que quisesse. Fico triste porque era uma oportunidade de ouro para mim. Mas aquele pacote que está ali não é meu. Aquele pacote é do Eurico. Eu não podia me queimar”.

EURICO MIRANDA

“O ex-presidente Eurico Miranda comandava a Federação do Rio. Onde já se viu um clube ter 15 pênaltis a seu favor numa competição (Campeonato Estadual)? Bastava o Wagner Diniz cair na área e o árbitro marcava pênalti. Quem formou esse time que está aí foi o Eurico, porque se garantia na Federação. Ele escolhia os árbitros”.

EDMUNDO

“O Renato chegou com o preparador físico Alexandre Mendes e já expôs o cara, ao dizer que está acima do peso. Não tive uma vírgula para falar do Edmundo. Eu até lhe dizia que o Vasco não poderia ser rebaixado porque ele, com uma carreira brilhante, não poderia ser o comandante que levaria o time para a Segunda Divisão”.

TROCA DE DIRETORIA

“Isso atrapalhou. No jogo contra o Cruzeiro, por exemplo, o placar estava 0 a 0 e um cara começou a me xingar. Pedi que o preparador físico fosse olhar quem era o cara. Sabe quem era? Era o filho do Eurico, com um segurança”.

ERROS DA DIRETORIA

“A decisão da saída do Morais foi um tremendo erro. Fiquei uma semana pedindo que ele ficasse. O melhor jogador do time, um jogador que passou pela seleção brasileira, vai jogar no Corinthians, na Segunda Divisão, mas o Vasco, que libera ele, não tem nenhum jogador do mesmo nível no elenco!!! Acontece que isso fugiu da minha alçada. Não podiam ter deixado ele sair. Fui contra também a saída do Jean. Vieram me dizer que ele estava com problemas familiares e que a mulher queria tacar fogo no carro dele. Isso era problema dele!!! Ele estava sob contrato!!!!!”

PREOCUPAÇÃO

“Estou muito preocupado com a situação do Roberto Dinamite. Convivi com ele durante 40 dias, nessa minha passagem pelo Vasco. Está cercado de gente bem sucedida em suas vidas. O Olavo Monteiro, o Jorge Salgado, O Osório (José Carlos)… Mas, no futebol, o Roberto está sozinho. Tanto que assumiu agora o comando do futebol. Não sei se as alianças que o Roberto fez vão ajudá-lo. Da última vez em que estive com ele, falei: ‘Você é um ícone no Vasco e tem uma história. Mas vão queimar sua história. O Olavo, o Osório e o Salgado vão continuar com seus negócios. E você vai sair queimado’”.

NECA

“Nem precisa lembrar o nome dele… Acharam que ele, como vice de futebol, ia botar dinheiro no clube. Só que ele não colocou um tostão e só fez besteira”.

DEMISSÕES

“Quando a nova diretoria assumiu, não era necessário demitir tanta gente. Não deviam ter tirado o supervisor Paulo Angioni. Com ele, eu teria proteção. O treinador teria um escudo. Ele orienta o treinador, troca informações e poderia dar informações no processo de sucessão”.

CUCA

“A primeiro declaração do Renato Gaúcho quando chegou no Vasco foi a seguinte: ‘Me boicotaram quando fui técnico do Fluminense’. Ele já saiu de lá, mas está preocupado… Não tenho essa experiência toda, mas até para sair de um clube é preciso ter uma estratégia. O Cuca, depois de um bom trabalho no Botafogo, está jogando tudo por água abaixo. Botou o Santos na zona de rebaixamento, mas achou que ia tirar o Fluminense. Só que o Fluminense continua na zona de rebaixamento”.

ERRO DE RENATO

“Faltam 12 rodadas. Mas como é que num jogo em que o time precisa ganhar o treinador bota jogadores que não jogam há mais de três meses? Tinha que ir botando aos poucos. Será que o Renato achou que o Baiano, o Fernando e o Valmir iam jogar um partidão? O Valmir está no Vasco há três meses, participou de duas partidas, mas não mais do que 30 minutos. Se ele pudesse ajudar, eu teria colocado-o no time. O Vasco perdeu de três do Ipatinga. Era para ter tomado de seis”.

CHINELINHO

“O Wagner Diniz levou um pontapé no jogo contra o Cruzeiro. E já está há um mês no departamento médico. Agora, sai por aí nos noticiários que ele está negociando com o São Paulo. Cadê o profissionalismo? E o Leandro Bomfim? Está há seis meses no departamento médico. Um amigo meu foi jogar uma pelada do Romário e ficou impressionado. ‘Quem é esse cara que joga tanto?’ Era o Leandro Bomfim. Ele não pode jogar pelo Vasco, mas pode participar das peladas do Caça & Pesca, às quartas-feiras. Cadê o supervisor? Cadê o departamento médico?”

PIOR TIME

“Bem, o Vasco é o time que mais perdeu no Campeonato Brasileiro. O time é jovem e não agüenta pressão”.

Bom, essa foi a entrevista. e eu comentarei cada ponto dela mais tarde.

Links:

Netvasco

Site do Jornal O DIA

29 Setembro 2008

Até o inferno

Arquivado em: Esportes — Slip @ 4:51 pm
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Sobre o Ipatinga x Vasco de ontem, a verdade é que eu já desencanei de ficar esperando que o time evolua. Eu encontro algumas razões para que o time não tenha desenvolvido o futebol que esperávamos ao menos para aquele jogo – Que já seria, por si só, inferior ao que nós queremos. Se for para cair, que caia. Se vai ajudar? Talvez sim, talvez não. A verdade é que o clube parece precisar daquilo que – um amigo me disse ser – justamente a série B mais dá, aos times grandes que para ela caem: Resgatar a união do mesmo clube com a sua torcida. Então, se tiver de ser, que seja. Pelo menos não será de todo ruim. Catastrófico para nós? É claro. Mas nem tanto para o clube, que é o que importa para os verdadeiros vascaínos.

Aquele que é considerado por alguns o pior time da história do Vasco da Gama deu vexame ao não jogar nada contra o Ipatinga, que embora viesse fazendo o dever de casa no Ipatingão, ainda é o time que nem sabe o que é ficar longe da zona de rebaixamento. Não tem um décimo das glórias do Vasco, e mesmo assim nós é que fomos os pequenos, mais uma vez. Bom, vou evitar os comentários sobre o jogo por hoje, e só queria dizer que eu só volto a torcer para aquele conjunto de jogadores quando eles me reconquistarem com um bom futebol. Cansei de me enganar. Vou parar de ficar esperando a mesma coisa, toda rodada… “Não, da próxima vez vai…”, “Que nada, na próxima a gente arrebenta…”, e tudo o mais.

Vou ser apedrejado, zoado… Enfim. Eu sou apaixonado pelo meu time e vou com ele até o inferno, assim como comemoro os títulos. Nada posso fazer. Fim de papo.

Se vamos cair? Eu não tenho certeza… E ninguém deve ter. Se depender do Jorge Luiz, sim, vamos cair. Se depender do Tiago, também. Mas não se depender da torcida e dos adversários do Vasco contra o rebaixamento. Então, aos meus irmãos cruzmaltinos, só desejo toda a força do mundo. Vamos precisar, mesmo que a vergonha não seja nossa: Seja deles.

12 Setembro 2008

Novo Reino à Vista II

Arquivado em: Esportes — Slip @ 9:57 pm
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Uma imagem com maior definição do que seria o novo estádio de São Januário segundo o projeto da Link:

Com uma definição maior, consigo até arriscar que está escrito Estádio São Januário, com certa dificuldade
Com uma definição maior, consigo até arriscar que está escrito “Estádio São Januário”, com certa dificuldade

Dou entrada, então, em algumas confirmações importantes: Pelo menos segundo consta na própria imagem (que nada mais é do que uma captura do site da Link), o projeto é de 1998.

Embora seja o caso, o fato é que a ampliação seria realizada em nossos dias. Então, o fato de ser de 1998 ou não sequer vem muito ao caso, já que os parâmetros seriam os atuais, e não os de dez anos atrás. Ah, e além disso, o estádio passaria a comportar 40 mil torcedores. Não me importo com isso, porque é mais ou menos o que um estádio particular costuma abrigar hoje em dia. O custo das obras ficaria em torno de 30 milhões de dólares (segundo o Yahoo Brasil Finanças, em torno de R$53.609.998,22 hoje).

O que para mim é realmente uma ótima notícia é que a própria Link teria sugerido duas coisas mais: Uma reforma estrutural em todos os arredores de São Januário e a criação de um Centro Comercial nas instalações cruzmaltinas.

Hein? Evolução?

Para ser sincero, eu gostaria de ver os outros projetos, também; Além de mais imagens, se possível um vídeo com maiores detalhes do que seria esse novo estádio “estendido” de São Januário. Mas duvido que liberem para a mídia, so…

O que eu acho disso tudo? Ótimo. Só falta sair de vez do papel. O verdadeiro Majestoso ponte preta é o caralho vem aí.

Links:

Site da Link

Netvasco

Yahoo Finanças

04 Setembro 2008

Novo Reino à Vista

Arquivado em: Esportes — Slip @ 4:13 am
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Reproduzindo a notícia da netvasco:

O colunista do jornal O Globo Renato Maurício Prado publicou em sua coluna do dia 02/09/2008 a seguinte nota:

“No dia 8, chegará dos EUA, Juan Manoel Giraldo, presidente da Link, empresa especializada em desenvolver e construir arenas esportivas. Vem para se reunir com o presidente do Vasco, Roberto Dinamite, Olavo Monteiro de Carvalho e representantes da prefeitura do Rio.

Nos planos, a reforma e o aumento da capacidade do velho estádio de São Januário, que passaria a ter 50 mil lugares sentados — e se transformaria na mais moderna e versátil praça esportiva do país.”

O projeto para ampliação de São Januário, entretanto, pode estar mais adiantado do que se imaginava. Confira a imagem abaixo, presente no site da Link International Design. Nela, vê-se um projeto de estádio moderno com uma fachada muito parecida com a de São Januário e até um escudo do Vasco.

Confesso que até achei que fosse mais uma daquelas notícias toscas. Mas…

É...

É...É... Um novo São Januário à vista. Escudo do Vasco e desenho do exterior do estádio são fiéis e incontestáveis.

Eu o batizaria de…
“O Majestoso”.

01 Setembro 2008

Pelo bem do futebol brasileiro…

Arquivado em: Esportes — Slip @ 12:53 am
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Não é que estejamos à beira de um abismo. Não é o fim dos tempos, e o Vasco não está na zona de rebaixamento. Eu torço pro time da virada; Para o clube que me deu, há 10 anos, a maior conquista que um time de nosso país pode disputar estando em casa. Em 1998, vencemos a Copa Libertadores – Coisa que os tricolores playboys, por exemplo, só pensam em ter. Sentiram o gostinho? Legal, mas a conquista é só para alguns. Para os maiores.
E porque eu torço para esse Vasco eu abomino ver o que vi hoje. Explico:
Eu não sei o que se passou pela cabeça de Tita, mas fazer com que o Vasco jogasse tendo Rodrigo Antônio como titular, enquanto Mateus – que possui um toque de bola melhor, coisa que faltou no time do Vasco ao longo de todo o jogo – esteve no banco, é um pouco demais para a minha cabeça. Eu juro que ainda fiquei olhando e tentando verificar qualquer porquê da sua titularidade, afinal eu poderia estar cego – E eu teria de estar muito cego. Aliás, o cara estar no nosso elenco já é muito. Falta técnica ao rapaz, coisa que há 110 anos é o nosso tempero. O Club de Regatas Vasco da Gama não é o lugar deste projeto de jogador.

Fiquei feliz por testemunhar uma melhora na zaga vascaína. Jogamos desfalcados contra os líderes na sua própria casa, e passamos boa parte do jogo nos defendendo (o que me irrita), mas seguramos o potencial dos gaúchos mais toscos do Sul por muito tempo, com bastante compactação. E ainda, quando fizeram o gol da vitória, Eduardo Luiz – que é bom zagueiro, mas está em má fase há um bom tempo – estava fora de campo. Eu juro que verei no VT, com toda a calma; A não ser que um dos seus olhos tenham sido arrancados e ele não tenha se desesperado, não há motivos para que ele, integrante da zaga mais criticada do campeonato, estivesse fora das quatro linhas naquele momento. Em jogos difíceis, é assim: Em um mero instante, em um descuido bobo, todo o reino cai. E caiu, afinal Marcel estava lá e completou.

Grêmio x Vasco - 23ª Rodada, Brasileirão 2008

Grêmio x Vasco - 23ª Rodada, Brasileirão 2008

Alan Kardec e Alex Teixeira merecem meus mais sinceros e empolgados parabéns. Moleques da base que ainda vão dar muito o que falar, não? O primeiro com muita vontade, fez um gol de matador. Subiu alto (lembrou Jardel), cabeceou certo, Victor pegou e ele rebotou lá dentro. Alex está se soltando, e mostrou que tem um ótimo drible, além de visão de jogo. É verdade que ambos precisam tomar mais cuidado com seus passes, mas a julgar pelos desfalques que tínhamos – Madson é a válvula de escape do time, e Edmundo daria a experiência necessária a nós, ambos fizeram todo o possível.

Cara, o time do Grêmio, como líder, é uma lástima. Que porcaria mais pesada. Vocês, gaúchos toscos, deviam se envergonhar de não ligarem para o elevado número de faltas que o time de vocês comete em campo. A única segurança que esse time dá é defensiva, e não falo de bolas roubadas na base da deslealdade. Teve um tricolor que só faltou arrancar a cabeça de Edu, numa jogada de ataque do Vasco. O que é isso?

Pro bem do futebol brasileiro, em mais um ano de fiasco olímpico, que qualquer um dos primeiros colocados tome o título desse bando de insanos. Se aquilo lá for o campeão brasileiro, eu honestamente ficarei frustrado pela capacidade do nosso futebol de ser submisso a algo tão… Argh. Não é choro de perdedor não, porque o Vasco é um time em formação e fiquei satisfeito com os prós do meu time em campo. Apenas fico indignado pela opção desses jogadores e desse técnico, Roth, de não cortarem essa característica ruim. Por tabela, os torcedores. Isso é jeito válido de se jogar? Qual é? Futebol possui faltas táticas, não é problema algum; Mas o excesso dessas faltas, quando possuem o aditivo dessa violência estúpida, é algo covarde.

Respeito a instituição Grêmio. E a maior demonstração de apoio que o Brasil pode dar a essa gloriosa camisa tricolor gaúcha é tirando o título deles. Afinal, “dinheiro compra time mas não constrói grupo”, mas isso o que vi hoje também é repugnante. Uma derrota para o Grêmio seria absolutamente normal, especialmente porque ganhar no Olímpico sempre foi complicado. E o Vasco, repito, foi desfalcado ao Sul. Porém, a lição que fica é que, não interessa o toque de bola, a nossa tradição de tabelar e demonstrar habilidade efetivamente se o time joga de forma troglodita. Troglodita é alemão, o Brasil é hábil e tem cinco mundiais nas costas.

Eu sou brasileiro, e não alemão. Esse Grêmio, aí, eu não sei…

(Perdão se exagerei em algo, mas hoje fiquei fulo com a postura deles)

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Procurando um tema legal…

31 Julho 2008

O segundo e o “vice-segundo”

Arquivado em: Esportes, Slip Questão — Slip @ 5:38 pm
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Outro dia, no fórum cdz.com.br (sobre “Os Cavaleiros do Zodíaco”, no qual faço parte da Staff), num tópico OFF sobre futebol, estávamos comentando sobre qual seria o nosso segundo time.

Em primeiro lugar: Por que diabos ter um segundo time? Pra suprir carências dadas pelo primeiro? Também. Não serei hipócrita. Isso não me torna menos torcedor do Vasco. Mesmo porque eu tenho muito orgulho do que é o Vasco da Gama. Muito orgulho. Temos razões dentro e fora de campo. Torcemos para um time grande; Que passa por momentos difíceis? Claro. Mas continuamos obviamente grandes. Por isso é uma fase ruim, e não apenas mais um ciclo, nada corriqueiro.

Enfim.

Gosto bastante de dois times, além do Maior da Colina.

Um deles é rubro-negro. O único que presta…

AC MILAN

O rubro-negro italiano é decente. Não é por ser time da moda. Não é por ser o novo time do jogador mais plástico do mundo, Ronaldinho Gaúcho (plástico não é necessariamente melhor). É que eu gosto de ver o Milan jogar, dá vontade de ver Maldini, Nesta, Kaká, Inzaghi, Pato. Gosto da “cara” do clube, do ar que ele passa, da grandeza dele.

Não é à toa que, quando jogo Winning Eleven, o Milan sempre é prioridade.

O meu vice-segundo time… É, eu tenho um outro time pro qual torço quando dá.

Esse time é o único tricolor. Único. O carioca? Bando de maquiados. É o time do Renato Gaúcho, eu não gosto do Fluminense mesmo.

Tricolor gaúcho? Nah. É podre, eu não gosto do Grêmio, também. No Sul, sou mais Inter.

Saaaaalve o Tricolor Pauliiiiiiiista… Amaaaaaaaado clube brasileeeeeeeeeeeeiroooooo…

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